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Empreendimentos de Uso Misto são debatidos no BHIC

[Por Revista Hotéis, 05/05/2014]

Sob o tema “Desenvolvimento Responsável: Mixed Use”, Ricardo Manarini, Diretor de Desenvolvimento do IHG no Brasil; Antonio Setin, Presidente da empresa Setin e João Auada, Diretor de Novos Negócios da Tecnisa debateram no BHIC – Brasil Hospitality Investment Conference, que acontece hoje no hotel Pullman Ibirapuera (SP). Frederico Garcia, Diretor de Capital Markets da Cushman & Wakefield, também participou do painel.

Iniciando o debate esteve o empresário João Auada que falou sobre o cenário de empreendimentos de uso misto no Brasil. De acordo com ele, “Propriedades de uso misto são uma tendência no mercado brasileiro, porém existe uma grande dificuldade de implantação, pois exige um grande estudo do local o qual o empreendimento será lançado”, comentou.

Antonio Setin apresentou aos participantes do evento alguns dos empreendimentos de uso misto da empresa, dentre eles: Mondial Jundiaí, o qual conta com um hotel Adágio, um íbis budget, torre de escritórios entre outros; Mondial Osasco, que possui um hotel íbis e um íbis budget; Setin Midtown Pacaembu, o qual possui um hotel Adagio, residencial e escritórios; Mondial SBS, que conta com uma íbis budget, íbis, adagio; entre outros. “As redes hoteleiras tem muito o que fazer no Brasil, não só com o desenvolvimento de novos hotéis, mas nas conversões de hotéis independentes por sua bandeira como forma de aperfeiçoar o serviço hoteleiro. A junção de vários usos em um local estratégico é essencial para o sucesso do empreendimento”, relatou.

Representando a rede IHG, Ricardo Manarini, falou um pouco sobre a sinergia na operação de empreendimentos de uso misto. O executivo também falou sobre alguns cases de sucesso da rede. A questão dos financiamentos de empreendimentos de uso misto também foi lembrada pelo executivo Frederico Garcia. Além Disso Manarini ressaltou sobre a manutenção do empreendimento como um todo. “É essencial que a manutenção do complexo seja realizada de forma eficaz, pois a má gestão de uma parcela do empreendimento pode afetar na qualidade de outra área deste empreendimento de uso misto”, comentou.

 

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