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O que os viajantes corporativos esperam das TMCs, aéreas e hotéis?

[Por  Panrotas, 22/06/2017]

O que os viajantes corporativos esperam das companhias aéreas, gestores, TMCs e hotéis? Essa foi uma das perguntas levantadas durante debate no Fórum Costa Brava, realizado ontem (20), em Campinas (SP).

A resposta foi dada pela gerente geral Latam da Color Matrix Poly One Corporation e viajante corporativa, Cristina Sato, que contou ao público o que ela espera em suas viagens a trabalho. “Das TMCs e dos gestores eu espero que conheçam o meu perfil de viajante. Por exemplo, não gosto de fazer conexões curtas, com horário do voo muito próximo ao desembarque, e prefiro ter que esperar duas ou três horas para o próximo embarque. Sendo assim, gosto quando essas preferências são consideradas por TMCs e gestores. Já das companhias aéreas eu espero, além de pontualidade, um atendimento mais cordial e menos descaso durante cancelamentos de voo. Muitos comissários ainda tratam o passageiro como se ele fossem apenas mais um, e acho que diante de um cenário competitivo entre companhias aéreas o fato de ser cordial e respeitoso com os passageiros se torna um diferencial vantajoso”, conta Cristina.

No que se refere aos hotéis, tanto ela como o gerente de Viagens Corporativas Latam da Philips, Fernão Loureiro, concordam que os procedimentos de check-in poderiam ser facilitados. “Muitas vezes o viajante chega cansado de um voo e ainda tem que preencher extensas fichas com seus dados pessoais na recepção. Acho que seria muito importante se os hotéis já tivessem um banco de dados de hóspedes e se utilizassem dele a cada nova hospedagem”, afirma Loureiro.

“Outro ponto interessante é a forma como os hotéis resolvem os problemas dos viajantes. Mesmo que ocorra um imprevisto, o mais importante para o viajante é a forma como ele foi resolvido, e isso pode pesar muito na hora de optar pelo mesmo hotel em uma futura viagem”, conta a viajante corporativa.

Loureiro reforçou o fato de que muitas empresas, para reduzir o budget, acabam alugando carros de qualidade inferior para os viajantes. “É preciso sempre considerar se a redução de custos não vai interferir no bem-estar do viajante”, reforça ele.

O debate foi mediado pelo diretor da Costa Brava, Rubbens Schwartzmann.

 

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